Últimas
- Vídeo: Nós somos a única candidatura que ama Portugal
- Vídeo: “Make Iran Great Again”: Trump garante que EUA “estão a caminho” do Irão
- Vídeo: As sondagens dizem mesmo quem vai ganhar as Presidenciais?
- Vídeo: Marine Le Pen regressa a tribunal com recurso que pode decidir o seu destino presidencial
- Vídeo: O Segredo do CAPELETTI AO MOLHO RÚSTICO DE TOMATE: Melhor que de Restaurante!
- Vídeo: NIGHT DEMON
- Vídeo: 🚨FERRARI NEGA ATRASO, MCLAREN FAVORITA POR ISSO, CADILLAC REVELA PINTURA | FÓRMULA 1 | GP EM CASA
- Vídeo: CGTP protesta em Lisboa contra novo pacote de medidas laborais
- Vídeo: Entrevista com André Ventura
- Vídeo: IMPORTAR ‘BARATO’, PODE SAIR… MUITO CARO!
- Vídeo: PAI DE RUTH MARLENE AGUARDA CIRUGIA POR TEMPO INDETERMINADO
- Vídeo: 2026 01 13 – Audiência da Comissão de Trabalhadores da Arsenal do Alfeite, SA e Direção do STEFFAs
- Vídeo: 🔴 ÚLTIMA HORA! SONDAGEM MUDA TUDO — PRESIDENCIAIS 2026
- Vídeo: Kamal Aljafari: o meu filme é um ato de resistência contra o apagamento da memória em Gaza
- Vídeo: 💥 VOU VOTAR NO MARQUES MENDES!?
- Vídeo: Venezuela: que país é este? | E o Resto É História
- Vídeo: 🚨FÉRIAS? VERSTAPPEN ESTÁ NA PISTA PILOTANDO UM MERCEDES AMG GT3 EM PORTIMÃO | FÓRMULA 1 | GP EM CASA
- Vídeo: Prova Oral – Gouveia e Melo
- Vídeo: Dê uma olhada na garagem remota da Scuderia Ferrari
- Vídeo: Trêpa do bem – Seja o que Deus Quiser
2 comentários
No cenàrio 2, acho que a "Marlene' tem que se focar na família dela, e proteger a filha e o companheiro, de qualquer distúrbios externos. E isso pode implicar impôr limites e às vezes cortar relações com pessoas, potencialmente até com a família.
O facto da mãe dela criar problemas na Maternidade, ao criar fantasias que "os outros avós" teriam acesso à bébé, parece-me um comportamento execràvel e instàvel. Uma mãe não pensar no bem estar da pròpria filha e da neta em primeiro lugar, é de uma falta de compaixão e humanidade.
Qt à irmã, ele parece ser semelhante à mãe. E sim acho que a Ana tem razão quando diz que quase sempre hà um filho preferido e um preterido. O preferido fica sempre emocionalmente mais próximo e parecido com o pai/mãe.
A Marlene està a perder energia e alegria na vida, numa fase tão bonita da vida dela, pq estas duas pessoas não se sabem comportar ou aceitar os limites colocados. A Marlene têm é que usufruir da bébé, fazer um irmãozinho, e mandar as duas à fava!
E se elas não gostarem, paciência. A vida continua e cabe a elas saberem lidarem com as consequências do seus comportamentos. Se realmente quiserem, elas podem procurar ajuda. O que não falta são psicòlogos, terapeutas, etc. Bebam àgua, façam desporto.
A vida é muito pequena para andar a sofrer com as fustações e problemas dos outros.
Adoro o vosso podcast! Grandes beijinhos de Londres.
Ultimamente, tenho vivido situações destas em amizades, e até como mãe. Ou seja, situações em que as pessoas surgem muito entusiasmadas e a querer conviver, e até, iniciar projectos em conjunto, mas, de repente, sem que haja nenhum conflito, ou problema, se afastam. E se perguntarmos o que aconteceu, simplesmente respondem como este rapaz: não me pressiones. Tenho de pensar melhor. E, como já disse, não são relações amorosas, são relações de amizade. O meu próprio filho é assim até comigo e com o pai. Aparece um fim de semana, para nos visitar, todo feliz e amistoso. Chega a dizer que quer mudar-se para uma cidade mais perto de nós, para convivermos mais. Mas, no dia seguinte, sem que nada se tenha passado, diz que já não sabe se quer vir, ou ficar onde está. Eu aceito as duas opções. Aqui o problema são as expectativas criadas que, do nada, se esfumam. Não prometam tudo, quando não sabem aquilo que querem. Porque, quem está exposto a estas idas e voltas emocionais, sofre muito. É um toca e foge muito desgastante. Se têm medos e dúvidas, não avancem, nem prometam o que não conseguem cumprir. E eu não me considero uma mãe controladora e chata. Chegamos a passar mais de uma semana sem nos falarmos, e tudo bem. Simplesmente, acho que vivemos uma época, em que as pessoas têm muita dificuldade em tomar decisões. E nesse vai, não vai, magoam-se, e magoam os outros.